Ação do Comida no Prato amplia acesso a serviços públicos em Itapuã
- 24 de jul.
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Serviços de saúde, assistência social e cidadania se encontraram na Praça Dorival Caymmi, em Itapuã, para uma ação do Projeto Comida no Prato, no âmbito do Programa Bahia Sem Fome, vinculado à Casa Civil do Estado da Bahia. A capacitação “Cidadania em Ação: Cuidado, Direitos e Dignidade” reuniu cerca de 30 pessoas em situação de rua, no dia 24 de julho, atendidas pelo projeto e contou com a participação das equipes do Comida no Prato, Cadastro Único, Consultório na Rua e Abordagem Social.
Durante a atividade, os participantes tiveram acesso a diferentes serviços no próprio território. A equipe do Cadastro Único realizou atendimentos para atualização e regularização das informações cadastrais, facilitando o acesso a benefícios e políticas públicas. Já o Consultório na Rua disponibilizou atendimento odontológico por meio de unidade móvel, enquanto a equipe de Abordagem Social promoveu ações de acolhimento e cuidado pessoal, incluindo corte de cabelo.

Para a coordenadora do Projeto Comida no Prato, Gabriela Assis, a integração entre os serviços contribui para aproximar as políticas públicas da população em situação de rua. “A importância dessa capacitação está na promoção do cuidado integral e na aproximação das políticas públicas com a população em situação de rua. A ação possibilitou que os beneficiários tivessem acesso, em um mesmo espaço, a orientações, atualização do Cadastro Único, atendimento odontológico, serviços de abordagem social e ações de cuidado pessoal”, destacou.
A iniciativa também fortaleceu a articulação da rede de proteção social no território, possibilitando a identificação de demandas e o encaminhamento dos participantes para outros serviços. “Nesse sentido, a capacitação reforça que o Projeto Comida no Prato não se limita à oferta de refeições, mas também atua como um importante ponto de acolhimento, orientação e articulação da população em situação de vulnerabilidade com a rede pública de assistência, saúde e cidadania”, afirmou a coordenadora.




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