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Comida no Prato promove ação de cidadania com emissão de Carteira de Identidade em Salvador

  • 24 de jul.
  • 2 min de leitura


O Projeto Comida no Prato, vinculado ao Programa Bahia Sem Fome, da Casa Civil do Estado da Bahia, e executado pela Organização Social Comunidade Cidadania e Vida (COMVIDA), promoveu a capacitação “Cidadania em Mãos: Documentação e Acesso a Direitos”, nos dias 23 e 24 de julho, na Cozinha Comunitária e Solidária Dona Yolanda, instalada na Igreja Cristo Operário, no bairro Castelo Branco, em Salvador. A ação contou com a participação do Serviço de Atendimento ao Cidadão (SAC), representantes da Paróquia Cristo Operário e da equipe do projeto.

 

A ação beneficiou 45 pessoas com a emissão da nova Carteira de Identidade Nacional (CIN). A atividade também reuniu cerca de 10 profissionais do SAC e quatro integrantes da equipe do Comida no Prato, formada por coordenadora, assistente administrativo, cozinheira e auxiliar. Durante a ação, os participantes receberam orientações sobre a importância da documentação civil para o acesso a direitos, serviços públicos e políticas sociais.


 

Segundo a coordenadora do Projeto Comida no Prato, Gabriela Assis, a capacitação contribui para ampliar o conhecimento dos beneficiários sobre a documentação como instrumento de cidadania. “Essa capacitação é importante porque fortalece a compreensão do público beneficiário sobre a documentação civil como instrumento essencial para o exercício da cidadania e para o acesso a direitos e serviços públicos”, afirmou. Para ela, a emissão da CIN também aproxima os serviços públicos da comunidade e ajuda a reduzir barreiras relacionadas à falta de documentação.

 

A coordenadora destacou ainda o papel das Cozinhas Comunitárias e Solidárias na articulação com a rede de proteção social. “A participação da equipe do Projeto Comida no Prato na mobilização e orientação dos beneficiários também reforçou o papel das Cozinhas Comunitárias e Solidárias como espaços que vão além da promoção da segurança alimentar, funcionando como importantes pontos de acolhimento, informação e articulação com a rede de proteção social”, disse Gabriela.


 

 
 
 

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